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Jovens distantes da literatura clássica

15/05/2019

   Fomentar o desenvolvimento da leitura é o maior desafio de um educador no ensino médio. Os jovens, à medida que o tempo passa e em função das novas tecnologias, se distanciam cada vez mais do contato com a literatura clássica. Pensando nisso, desenvolvemos, no decorrer de todo o 1º Trimestre, processos de leitura dramática e contato com os livros paradidáticos adaptados para a encenação.
   É importante ressaltar que obras como Auto da Barca do Inferno – de Gil Vicente e Senhora – de José de Alencar, além de possuírem conteúdos que são sempre requisitados nos mais diversos vestibulares e concursos externos, possuem ainda, temas relevantes para serem discutidos na atualidade. O que faz dessas obras clássicas é a possibilidade de desenvolverem-se projetos abordando seus temas transversais. Dessa forma, emancipação feminina, julgamento de valores, conflitos éticos e estéticos podem ser discutidos por meio dessas leituras, sem parecerem maçantes ou supérfluos.
   Por isso, no decorrer do 1º trimestre, os alunos da 1ª e 2as séries do Ensino Médio recriaram trechos dessas obras clássicas e cada uma das turmas conseguiu imprimir suas características às produções. A 3ª série apresentou um Seminário no qual a obra de Clarice  Lispector, A hora da Estrela foi apresentada com propriedade e domínio retórico. Os alunos do Ensino Médio  do Auxiliadora, sem sombra de dúvida, estão mais do que preparados para concorrer às vagas das Universidades Federais Brasil afora.

Fonte: Mauro Rocha Mathias, professor de Língua Portuguesa, Literatura e Redação do Ensino Médio

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